Dicas Editoriais



A retirada do copyright ©

O Ministério da Saúde deixará de utilizar o símbolo do copyright em suas publicações

O copyright diz respeito exclusivamente aos direitos de impressão, de reprodução ou de venda de uma obra, ou seja, contendo o símbolo, a publicação já está dizendo ao leitor que não pode ser reproduzida.

Essa informação está em desacordo com as permissões do Ministério da Saúde, tendo em vista que a reprodução de suas obras é permitida, desde que não seja para fins comerciais.

O aplicação do selo do Creative Commons e as frases que o acompanham – padrão atualmente utilizado pelo MS no verso da folha de rosto das publicações normalizadas pelo Ministério da Saúde, apresentado na Dica de 4 de fevereiro de 2014 (http://editora.saude.gov.br/dicas-editoriais/) – também sofrerão alteração,  ficando conforme apresentado abaixo:

imagem_dicacopyright

Para obter mais informações acesse http://creativecommons.org.br/

ABNT x Vancouver

O Ministério da Saúde utiliza, em suas produções editoriais, o padrão da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – http://www.abnt.org.br –, que é a responsável pela gestão do processo de elaboração de normas brasileiras, incluindo a normatização de referências bibliográficas.

No entanto, para revistas científicas na área da saúde, deve ser usado o estilo de padronização Vancouver, criado em 1978 por editores desses tipos de publicações. O estilo Vancouver, desde então, é usado para padronizar o formato dos originais a serem  inseridos em revistas, além de auxiliar autores e editores na elaboração das referências bibliográficas. Esse padrão foi criado exclusivamente para esse fim, por isso não deve ser utilizado em outros tipos de publicações.

Assim, com o intuito de utilizar corretamente o padrão nacional de normas e estilos nas publicações elaboradas pelo Ministério da Saúde, a Editora MS utiliza o estilo Vancouver apenas em revistas científicas internacionais.

As cores no processo de impressão

Conheça as nomenclaturas

O processo de impressão varia conforme a quantidade de cores utilizadas no material a ser impresso.

Quando são usadas mais de três cores, ou quando uma determinada cor requer uma mistura especial para chegar no tom desejado, que empregue acima de três cores, utiliza-se a denominação policromia. Já a monocromia é a impressão feita somente com uma cor.

Para a publicação em que são usadas duas ou três cores, utiliza-se, respectivamente, as denominações bicromia e tricromia.

Relembre outras definições em: http://ecos-coned.bvs.br

As cores no processo de impressão II

Conheça as indicações para impressão

 

Na dica anterior, definimos os conceitos de monocromia, bicromia, tricomia e policromia. Esta semana explicaremos como são feitas as indicações para impressão.

No caso da policromia, a indicação é feita sob a nomenclatura 4/4 (ou 4×4 – quatro por quatro), onde cada número indica um lado da folha a ser impressa – então, quando o material for impresso em quatro cores nos dois lados da folha, usa-se 4/4 (ou 4×4).

No caso de haver impressão em um único lado da folha, a nomenclatura é indicada como 4/0 (ou 4×0 – quatro por zero).

As variações acontecerão dependendo da quantidade de cores utilizadas na impressão. Quando a impressão ocorre em policromia em um dos lados da folha e em monocromia (por exemplo), no verso, utiliza-se a nomenclatura 4/1 (ou 4×1 – quatro por um), ou seja, os números indicam a quantidade de cor a ser utilizada em cada um dos lados. Surgem, assim, as denominações 3/1 (ou 3×1- três por um), 2/2 (ou 2×2 dois por dois) e assim por diante.

 

Relembre outras definições em: http://ecos-coned.bvs.br

Assinatura conjunta: governo federal e Ministério da Saúde

A marca do governo federal muda a cada gestão e por isso alguns dirigentes optam por não distribuir produtos editoriais com marcas antigas, o que pode gerar desperdício de recursos públicos.

O uso da marca do governo federal em assinatura conjunta com a marca do Ministério da Saúde é obrigatório em materiais publicitários, mas em publicações editoriais, que muitas vezes são atemporais, pode ser dispensado.

Além disso, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) autoriza a divulgação de material publicitário com a marca de governo anterior até o fim da ação ou campanha, regra que pode ser estendida à produção editorial. Confira o que diz a Portaria nº 115, de 29 de novembro de 2011.

Conheça as características dos impressos em grandes formatos, como banner e faixa

No momento de divulgar informações e chamar a atenção do público, com impacto imediato, a área demandante tem diversas opções de comunicação visual. Mas como atingir o objetivo específico e o público desejado? A fim de definir as principais características de alguns produtos editoriais em grandes formatos, esta semana vamos falar de banner e faixa.

Grandes formatos são impressos em grandes dimensões, que se destinam à divulgação de mensagem publicitária ou de informações diversas. Geralmente, são produzidos em pequenas tiragens.

O banner e a faixa podem conter textos e ilustrações, a diferença é que o banner apresenta comprimento reduzido em relação à largura e, no caso da faixa, a largura é reduzida em relação ao comprimento.

Antes de definir o formato que vai utilizar, pesquise e verifique se está adequado à sua finalidade.

Contratos de pequenas e grandes tiragens

Obras impressas por diferentes tipos de contratos: o de pequenas e o de grandes tiragens

Os primeiros critérios a serem verificados nas publicações são o número de páginas do arquivo a ser impresso e a tiragem total de páginas a serem impressas. Com esses dados, a Editora MS avalia o tipo de impressão mais econômica, se offset ou digital.

Para cartazes e fôlderes, por exemplo, mesmo com tiragem acima de 5 mil exemplares, média utilizada como parâmetro para grandes tiragens, será feito o orçamento com os dois tipos de impressão, pois, apesar de a tiragem ser elevada, a quantidade de páginas impressas é reduzida.

Notem que não se fala aqui da tiragem total de exemplares e sim da tiragem total de páginas a serem impressas.

Caso o formato da publicação não se enquadre em nenhuma das modalidades previstas nos contratos, e não haja possibilidade de alteração, a impressão deverá ser feita, excepcionalmente, pela Coordenação-Geral de Material e Patrimônio (CGMAP/SAA/SE).

O tipo de papel solicitado deve ser avaliado, para verificar sua previsão nos contratos disponíveis. Para impressão caracterizada como pequena tiragem, com papel em desacordo com o tipo estabelecido no contrato, a Editora MS negociará a troca do papel com a área demandante.

O tipo de papel somente justificará a mudança de contrato quando se tratar de obra com padrão já definido em publicação anterior.

Descarte de Publicações

Quando posso descartar uma publicação?
O descarte de publicações em estoque pode ser feito quando estiverem com seus conteúdos técnicos desatualizados. Logomarcas de governos passados ou nomes de profissionais que saíram do MS não são desatualização de conteúdo.
É importante também fazer uma análise para verificar se os materiais podem servir para divulgação em bibliotecas públicas carentes de informação.

E se a minha área entender que o conteúdo não está desatualizado, para onde posso mandar essas publicações?
Deve ser feita uma pesquisa de quais instituições podem receber as publicações. Caso a área não tenha conhecimento de uma mala direta de interesse, poderá solicitar auxílio à Editora MS – editora.ms@saude.gov.br.

Posso encaminhar para a Biblioteca do MS?
Não. A Biblioteca recebe apenas 2 exemplares de cada publicação, em cumprimento ao Depósito Legal.

O conteúdo técnico está mesmo desatualizado, como faço para descartar?
A área autora deve fazer uma nota técnica explicando o por quê da desatualização e encaminhar por memorando para a Coordenação-Geral de Serviços Gerais (CGSG), com um exemplar da publicação anexo, destacando os pontos que geraram a solicitação de descarte.
A publicação será analisada e os exemplares somente poderão ser enviados para as providências devidas quando a CGSG solicitar.

Ficha de Solicitação de Serviços à Editora MS

Para iniciar qualquer serviço editorial no Ministério da Saúde, o primeiro passo é enviar a Ficha de Solicitação de Serviços à Editora MS. Seja para normalização (obrigatória em todas as publicações), revisão, diagramação ou impressão.

A Ficha de Solicitação de Serviços encontra-se disponível na página da Editora MS – http://editora.saude.gov.br/solicitacoes-a-editora/ – e deve ser preenchida, impressa e registrada no SIPAR antes do envio para a Coordenação-Geral de Documentação e Informação (CGDI), com vistas à Coordenação de Gestão Editorial (Editora MS).

IMPORTANTE: o prazo de execução do serviço não se inicia com o recebimento da Ficha de Solicitação de Serviços, e sim com o recebimento do arquivo, juntamente com a ficha, para que a equipe da Editora MS possa iniciar efetivamente o trabalho. Ficha sem arquivo não tem validade, da mesma forma,  arquivo sem ficha também é inválido.

Outro ponto importante é que na Ficha de Solicitação de Serviços  são necessárias três assinaturas:

1)      Responsável pela solicitação – em geral, é o contato com a Editora MS. Todas as dúvidas quanto à produção do material  serão tiradas com essa pessoa.

2)      Conselheiro – é o representante da área no Conselho Editorial do Ministério da Saúde (Coned). Cada Secretaria do MS possui um conselheiro e um suplente. Em caso de dúvidas sobre quem é esse representante, pode ser encaminhado e-mail para setec.coned@saude.gov.br .

3)   Dirigente – é o Secretário ou o Diretor representante da área. Essa assinatura é necessária tendo em vista a importância de o dirigente ter ciência das publicações planejadas e produzidas por sua Secretaria ou Departamento. É de suma importância que os temas abordados estejam dentro do Planejamento Editorial da área e alinhados com as políticas estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

Para saber mais, acesse: http://ecos-coned.bvs.br.

Figuras, Gráficos e Tabelas

Toda imagem a ser inserida em uma publicação deve ter uma resolução mínima que garanta sua qualidade no momento de impressão, seja em relação a figuras, tabelas ou gráficos enviados à Editora MS.

É importante frisar que a Editora MS não fornece o serviço de redesenho de fluxogramas ou qualquer outra imagem que não tenha boa resolução.

Sendo assim, não é possível melhorar:

  • Imagens coladas no Word;
  • Imagens retiradas da internet (abaixo de 600 dpi);
  • Páginas escaneadas e encaminhadas em forma de imagem;
  • Tabelas coladas no Word em forma de imagem;
  • Fluxogramas ou qualquer outro tipo de ilustração com resoluções baixas.

 

Como devem ser enviados os arquivos:

  • A resolução mínima necessária para que uma imagem fique nítida ao imprimir é de 600 dpi;
  • Arquivos abertos contendo links e fontes (links em alta resolução);
  • As imagens que estiverem coladas no corpo de texto, no Word, devem ser enviadas separadamente, em seus arquivos originais;
  • Gráficos colados no Word devem ser encaminhados na versão original, em Excel;
  • Arquivos em Corel Draw devem ser enviados com as fontes não convertidas em curvas.

 

Para saber mais, acesse: http://ecos-coned.bvs.br.

Importância dos alinhamentos dentro da ficha catalográfica

A ficha catalográfica é um elemento que concentra todas as informações bibliográficas de uma publicação. É criada por meio do processo de catalogação, seguindo as orientações do Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2). O AACR2 é um instrumento que contempla todas as regras de descrição bibliográfica adotadas internacionalmente e aplicáveis a cada tipo de documento (livros, materiais cartográficos, gravações em som ou vídeo, recursos eletrônicos, entre outros).

No Ministério da Saúde a área responsável pela confecção da ficha catalográfica, um dos componentes do serviço de normalização, é a Editora MS.

A ficha catalográfica é dividida em grandes áreas. Cada área abrange diferentes dados da obra. Utiliza-se um padrão de pontuação, alinhamento e espaçamento entre as áreas. Veja o exemplo:

FICHA

  • Deve ter um recuo de 0,5cm para a primeira linha do Título, Descrição física, Notas; Número Normalizado e Assuntos e Pontos de Acesso Secundário, ou seja, abaixo da quarta letra da autoria (ex.: letra “s” da palavra do Brasil);
  • O título “Ficha Catalográfica” deve ser centralizado;
  • Deve ter um espaço sempre antes e depois dos dois pontos, barras e travessões (: / –);
  • Os Dados de elaboração da Ficha Catalográfica devem ser alinhados à direita;
  • Separa-se por uma linha de espaçamento as Notas; Número Normalizado; Assuntos e Pontos de Acesso Secundário e Classificação Padrão Internacional por Assunto.

 

 

Acesse também: http://ecos-coned.bvs.br

 

 

Não há impressão sem empenho

Se você já precisou imprimir algum produto pela Editora MS, com certeza já escutou essa frase!

De acordo com a Lei nº 4.320/64,  “nenhuma despesa poderá ser realizada sem o competente empenho prévio”. Isso significa que, caso a Editora MS imprima sem que o recurso tenha sido empenhado, todos os servidores envolvidos estarão infringindo a lei.

 

O recurso é o dinheiro que toda área técnica destina para custear a impressão das obras solicitadas. Ele é retirado de acordo com a funcional programática de cada Secretaria, que deve ser indicada no momento da solicitação formal de impressão à Editora MS.

 

Apenas com a funcional programática correta a Coordenação-Geral de Material e Patrimônio (CGMAP/SAA/SE) – área responsável por realizar os empenhos no Ministério da Saúde – pode efetivar o empenho.

 

MAS ATENÇÃO!!!

O empenho depende da autorização de liberação do recurso, que é feita pela Coordenação-Geral de Planejamento e Orçamento (CGPLAN) de cada Secretaria do Ministério. É importante procurar saber quem é o responsável pela autorização na sua área para que o seu processo tenha mais agilidade na hora do empenho.

O processo de empenho, de forma bem sucinta, passa pelas seguintes etapas:

etapas_empenho

 

Para saber mais, acesse: http://ecos-coned.bvs.br.

Planilha de Distribuição

Saiba como solicitar a expedição de materiais.

 

Conforme tratado na série sobre fluxo editorial,  não cabe à Editora MS a distribuição dos materiais editoriais. A expedição é feita sob a gestão da Coordenação de Apoio Operacional (COAPO/CGSG/SAA), por meio do contrato do MS com os Correios.

 

Dessa forma, para que um material seja expedido,  a área demandante do serviço deve enviar diretamente à COAPO a planilha de distribuição e memorando com as seguintes informações:

 

 

“À Coordenação de Apoio Operacional (COAPO)

Assunto: (061) Produção Editorial

 

Solicito que seja providenciada com urgência a expedição da publicação (nome da publicação) no total de (xxx) exemplares, conforme planilha de endereços anexa.

A publicação estará disponível no seguinte endereço: (geralmente é o nome da gráfica onde as publicações foram impressas)”

 

 

Saiba mais sobre fluxo editorial em: http://ecos-coned.bvs.br

 

Publicações em coedição

Quando a publicação é feita em coedição com outras instituições, as marcas são colocadas na quarta capa, ao lado da assinatura conjunta (governo federal e Ministério da Saúde) e da marca do SUS, respeitando o Manual de uso da marca do governo federal e as normas dos órgãos parceiros. Para mais informações, acesse o Manual de Coedição, na Galeria de Arquivos do Espaço Colaborativo.
Veja exemplo:

coedicao

Saiba a diferença entre edição, reedição e reimpressão para publicações não periódicas

Edição: quando uma obra é impressa pela primeira vez, tem-se a 1ª edição. Cada vez que houver uma reedição da obra, haverá, então, uma nova edição.

Reedição: ocorre quando o autor de uma obra já impressa modifica o conteúdo substancialmente, acrescenta ou suprime textos e faz uma impressão desse material modificado. Nesse caso, tem-se a 2ª, 3ª ou a numeração de edição que vier na ordem sequencial.

Uma edição revista e ampliada – pode ou não ser a 1ª – é aquela que passa por uma revisão textual ou de conteúdo, sem mudanças significativas.

Reimpressão: trata-se de uma nova impressão de edição já publicada, sem que haja nenhuma alteração no conteúdo.

Na capa das publicações, não deve conter a informação de que uma obra está em sua primeira edição. No entanto, em qualquer impressão ou edição subsequente, a informação deve sim constar na capa, a fim de informar o leitor sobre o tipo de alteração feita no conteúdo.

 

Saiba a diferença entre folha, página e lauda

Folha: é a unidade composta de duas faces – verso e anverso.
Página: é cada lado de uma folha.
Lauda: é a unidade de medida, calculada em linhas, palavras ou caracteres, utilizada para definir o tamanho de uma página digitada.

Uma lauda geralmente é composta entre 1.250 a 1.800 caracteres. Essa definição é ampla e variável conforme o tipo de serviço a ser executado.

Saiba a diferença entre identidade visual e projeto gráfico

Quando o assunto é comunicação visual, não se deve confundir identidade visual com projeto gráfico. Identidade visual é o conjunto de elementos que representa, de forma sistematizada, um nome, uma ideia, um produto, uma empresa, uma instituição ou um serviço. Um de seus componentes é a marca propriamente dita, a representação simbólica do que se quer identificar. Como exemplo, podemos citar a marca do Sistema Único de Saúde (SUS), na Figura 1. O projeto gráfico traz os recursos visuais formadores do conjunto de elementos que dão características a um meio de informação, como a capa de uma publicação, representada na Figura 2. (Fonte: <http://www.wikipedia.org>)

As unidades da estrutura administrativa do Ministério da Saúde, como secretarias, departamentos, coordenações,
núcleos, bem como os programas, políticas ou ações, não possuem marcas para assinatura em materiais editoriais ou publicitários e só podem utilizar marcas criadas ou aprovadas pela Assessoria de Comunicação do MS, que avaliará caso a caso e especificará onde e de que forma podem ser aplicadas. Saiba mais no Portal Saúde.

fig1

Saiba a diferença entre publicação periódica e não periódica

Publicações periódicas são obras editadas em números ou fascículos, com periodicidade predefinida, com um título comum e permanente. São exemplos revistas, jornais, diários, boletins, anuários.

Os periódicos recebem um número de ISSN (International Standard Serial Number), identificador aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada.

As publicações não periódicas são editadas de forma avulsa, não havendo previsão de continuidade, como livros e folhetos.

As obras sem periodicidade são objeto de ISBN (International Standard Book Number), um sistema internacional padronizado – identificador numérico para publicações impressas, eletrônicas e softwares.

 

Saiba como aplicar as logomarcas nas publicações I

O manual de uso da marca do governo federal, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), determina que se aplique a logomarca do governo federal em assinatura conjunta somente com o nome de órgão ou entidade do Poder Executivo, não sendo permitido colocar o nome das secretarias internas dos ministérios.

No Ministério da Saúde, também deve ser utilizada a logomarca do istema Único de Saúde (SUS). A marca do governo deve constar em todos os materiais publicitários, mas, quando o conteúdo da publicação
tiver um caráter atemporal, pode-se dispensar seu uso.

Saiba como aplicar as marcas nas publicações II

Nos livros, o local correto de aplicação das marcas é na quarta capa. A do governo federal entra sempre na margem inferior, à direita. Nos periódicos, a aplicação deve ser feita junto ao expediente.
No caso dos materiais editoriais, as marcas dos diversos programas do Ministério da Saúde podem entrar na primeira capa ou na folha de rosto, mas nunca atreladas à assinatura conjunta do governo federal. No Ministério da Saúde, entra também a marca do SUS, à esquerda ou acima da assinatura conjunta.

Veja os exemplos de aplicação na horizontal e na vertical:

fig2

Saiba o que é edição em publicações periódicas

No caso de uma publicação periódica, edição e número são sinônimos.  A edição é um número sequencial no período de um ano, ou seja, mudando-se o ano, a numeração é reiniciada.

Existe também a possibilidade de edições especiais. Isso ocorre quando se foge à periodicidade da publicação, ou quando se trata de um assunto ou evento específicos, algo atípico ao padrão do periódico.

 

Saiba quais são os itens obrigatórios na primeira capa

A primeira capa é a face externa da publicação, popularmente conhecida como capa, que deve conter:

- O nome das instituições responsáveis pela obra – no caso desta instituição, Ministério da Saúde;
- Título e subtítulo (se houver);
- Local e ano de publicação.

Seguem exemplos de primeira capa:

publicações

Selo “Venda Proibida”

Selo “Venda Proibida” passará a ser impresso em publicações

 

Para coibir a venda de publicações institucionais, o Conselho Editorial do Ministério da Saúde (Coned) aprovou, na última reunião do colegiado, em fevereiro, uma nova medida, já adotada pelo INCa. A partir de agora, todas as publicações (livros, cartilhas e periódicos) editadas pelo MS receberão, na capa e na folha de rosto, o selo “Venda Proibida”, no modelo aprovado, conforme abaixo:

venda-proibida

As publicações editadas pela Editora MS terão a inclusão automática desse selo. Caso a obra seja impressa por outro órgão/instituição, a área autora é responsável por garantir que o selo seja incluído na publicação.

Clique aqui para fazer o download do selo.

 

 

Saiba mais sobre fluxo editorial em: http://ecos-coned.bvs.br

Selo “Venda Proibida”: como usar

O selo de venda proibida já está em utilização em todas as publicações do Ministério da Saúde, mas você sabe como aplicá-lo?

 

O selo “Venda Proibida” deve ser aplicado na capa e na folha de rosto das publicações periódicas e não periódicas. Não há um local fixado como padrão, mas o bom senso deve prevalecer, de maneira que seja visualizado facilmente pelo leitor e não prejudique o projeto gráfico.

 

A Editora MS disponibiliza em seu site http://editora.saude.gov.br/ o selo para download.

 

 

A aplicação pode ser feita na forma colorida, preta ou vazada, conforme melhor atender ao projeto gráfico. No entanto, o seu tamanho mínimo deve ser de 1,5cm x 1,1cm, conforme figura abaixo:

selo_vendaproibida

Seguem alguns modelos de capas com a utilização do selo:

capa1_dicaedit

capa2_dicaedit

Saiba mais sobre fluxo editorial em: http://ecos-coned.bvs.br

 

 

Uso do selo Creative Commons

A partir deste ano o Ministério da Saúde passará a utilizar em suas obras editoriais o selo Creative Commons.

Este selo é utilizado internacionalmente e tem o objetivo de informar aos leitores de que forma as publicações podem ser utilizadas, como permissão total ou parcial de reprodução, venda, etc.

 

No caso do Ministério da Saúde, é importante frisar que o Creative Commons não é e nem substitui a cessão de direito autoral.

Como as publicações do MS têm alcance além do Brasil, há um ganho importante a respeito da permissão de uso das obras na disseminação da informação em saúde.

 

A aplicação será feita no verso da folha de rosto, conforme exemplo abaixo:

creativecommons_dica

Para obter mais informações acesse http://creativecommons.org.br/

Você conhece o Espaço Colaborativo do Coned?

O Espaço Colaborativo funciona como escritório virtual porque possibilita a integração e a promoção de discussões, assim como o registro, o compartilhamento e a recuperação de informações relacionadas à Política Editorial do Ministério da Saúde. A ferramenta permite também o acesso a notícias, a documentos, a resoluções e a portarias. Outras funcionalidades são os fóruns de discussão e as páginas colaborativas para que os usuários publiquem informações adicionais.

No Espaço Colaborativo, é possível acessar ainda as legislações e as resoluções afins, o planejamento das ações, as atas das reuniões, a lista de membros do Coned e o manual de coedição de publicações. Todas as Dicas Editoriais também estão disponíveis na página e podem ser conferidas com mais detalhes ao clicar no link Leia mais.

Você sabe a diferença entre cartaz e cartazete?

Esses dois produtos têm a mesma finalidade: divulgar informações curtas e objetivas sobre eventos, ações ou campanhas institucionais. A diferença está apenas no tamanho, pois o cartazete é menor que o cartaz. Os dois são impressos em papel, em apenas uma face, para serem afixados em paredes, murais, estandes e outros locais.

Você sabe a diferença entre copyright e direto autoral?

O direito autoral é a proteção legal que o autor ou responsável (pessoa física ou jurídica) tem sobre a obra.
Já o copyright diz respeito exclusivamente aos direitos de impressão, de reprodução ou de venda de uma obra.
O símbolo que o representa é ©.

Você sabe a diferença entre filipeta e fôlder?

A filipeta e o fôlder são publicações de conteúdo informativo ou promocional usados para a divulgação de produtos ou serviços. No Ministério da Saúde, os produtos auxiliam as unidades na disseminação de informações sobre  ações, programas e projetos de interesse da população. A filipeta, também conhecida como flyer e volante, é impressa em apenas uma folha, podendo ou não ser frente e verso. O fôlder ou prospecto se difere por possuir dobras.

Você sabe a diferença entre livro e folheto?

O livro e o folheto são publicações não periódicas, ou seja, obras a serem publicadas de forma avulsa, sem que haja previsão de continuidade. A diferença entre os dois é que o livro tem acima de 49 páginas e o folheto no máximo 49 páginas, excluídas as capas.

As duas publicações são objetos do International Standard Book Number (ISBN)/ Número Internacional Normalizado para Livro.

Você sabe como encaminhar um arquivo para publicação?

Para que as publicações sejam impressas de acordo com as normas editoriais e com celeridade no processo de edição, é essencial que a área técnica encaminhe o arquivo finalizado em Word à Editora MS, de modo que as alterações de normalização e revisão textual possam ser incorporadas.

Para evitar retrabalho e não haver atraso no processo editorial é importante que essa recomendação seja seguida.

Você sabe como solicitar o ISSN?

Na dica sobre periódico, informamos que o International Standard Serial Number (ISSN) é um número de identificação única, internacionalmente reconhecido para publicações seriadas que, uma vez atribuído, torna-se único e definitivo. Hoje, falaremos mais sobre a sua utilização.

O ISSN é um número-padrão composto de oito dígitos, incluindo um dígito verificador. No Ministério da Saúde, a área responsável por atribuir o número de ISSN é a Coordenação de Gestão Editorial/Editora MS.

Para a aquisição, é necessário que a área autora do periódico envie um memorando com Termo de Referência solicitando o número de ISSN à Coordenação-Geral de Documentação e Informação (CGDI/SAA), que encaminhará à Editora MS. O número é solicitado ao Instituto Brasileiro de Informação Ciência e Tecnologia (IBICT), com custo fixo estabelecido pela instituição.

Por se tratar de uma aquisição, o processo de compra é feito pela rea de licitação do ministério e tem prazo variável, de acordo com as demandas a serem atendidas. Os recursos financeiros para a aquisição do número de ISSN são de responsabilidade da área demandante.

Você sabe como utilizar o ISSN?

No caso de periódicos publicados por mais de um país, ou por mais de uma entidade, é necessário registrar no expediente o nome de todos os envolvidos. O International Standard Serial Number (ISSN), número de identificação internacionalmente reconhecido para publicações seriadas, é único e todos os órgãos responderão pela gestão do periódico. É recomendado que o número de ISSN não saia logo na primeira edição. Caso a área técnica consiga
manter a periodicidade por três edições, o ISSN deve ser solicitado. No entanto, como cada publicação tem características e especificidades próprias, o ideal é que prevaleça o bom senso.

Você sabe o que é ISBN?

O International Standard Book Number (ISBN) é um sistema internacional padronizado, que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país e a editora, individualizando-os, inclusive, por edição. Também identifica softwares e publicações eletrônicas.

O sistema é controlado pela Agência  Internacional do ISBN, que orienta, coordena e delega poderes às agências nacionais designadas em cada país. No caso do Brasil, desde 1978, é a Fundação Biblioteca Nacional a agência responsável por esse controle.

A adoção do ISBN em publicações avulsas (não periódicas) é obrigatória e estabelecida pela Lei n° 10.753, de 30 de outubro de 2003, que institui a Política Nacional do Livro.

No Ministério da Saúde, a área responsável pela atribuição deste número nas obras é a Coordenação de Gestão Editorial (Editora MS). É importante salientar que apenas as obras normalizadas de acordo com a legislação vigente podem receber o número de ISBN. Para solicitar o serviço de normalização, e consequentemente o número de ISBN de livros e folhetos, deve-se enviar à Editora MS a Ficha de Solicitação de serviços constante no site <http://www.saude.gov.br/editora>.

Você sabe o que é livro eletrônico?

Para terminar a série sobre produtos editorias, apresentaremos a definição de livro eletrônico.

O livro eletrônico ou e-book é um livro disponibilizado em suporte digital. Pode ser encontrado em diversos formatos, como HTML, PDF, DOC, EPUB, para a visualização em tela de computador ou de dispositivos eletrônicos como smartphone, e-reader, tablet etc.

É importante frisar que há diferença entre disponibilizar e publicar em meio digital.

Para fins de registro de ISBN na Biblioteca Nacional, o livro recebe um número para cada suporte em que é publicado. Por exemplo, um livro impresso transformado em PDF e inserido na internet – como as obras expostas na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde (BVS MS) – não foi publicado em meio digital e sim disponibilizado na internet. Portanto, não recebe outro ISBN, mas também é considerado um e-book.

Outra situação se refere a um livro impresso que tenha seu layout diferenciado e divulgado em meio eletrônico. Nesse caso, recebe um número diferenciado de ISBN, devido à mudança de suporte em que o mesmo título foi publicado.

Você sabe o que é um Comitê Editorial Setorial?

É um grupo formado por membros das secretarias do Ministério da Saúde e das entidades vinculadas. Seu papel é discutir internamente a produção editorial da área, seguindo os princípios e as diretrizes da Política Editorial do Ministério da Saúde. As funções dos Comitês Setoriais são:

  • Atuar na promoção e na divulgação da Política Editorial do Ministério da Saúde, zelando pelo seu cumprimento no âmbito dos órgãos e das unidades de sua competência;
  • Consolidar, avaliar e aprovar as propostas editoriais de suas respectivas áreas por meio do Planejamento Editorial Integrado, submetendo-o ao Coned para validação;
  • Acompanhar e avaliar a execução do Planejamento Editorial;
  • Desenvolver e aperfeiçoar a capacidade institucional de atendimento às demandas editoriais;
  • Estimular o estabelecimento de parcerias com outras instituições dos setores público ou privado.

Você sabe o que é um periódico?

É a publicação editada em números ou fascículos, com periodicidade predefinida, que mantém um título comum e permanente. São exemplos: revistas, jornais, diários, boletins e anuários.

Os periódicos recebem um número de ISSN (International Standard Serial Number), identificador aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada, tornando-o único e definitivo. O Instituto
Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) é o responsável pelo fornecimento do ISSN.

Você sabe o que é um produto editorial?

A fim de divulgar ações, projetos e informações importantes, as unidades do Ministério da Saúde têm a necessidade de elaborar produtos editoriais. Trata-se de publicações, em qualquer formato e suporte, que podem ser classificadas em livro, folheto, cartaz, cartazete, fôlder, banner, faixa, periódico, filipeta e e-livro. Para facilitar a compreensão dos termos e a melhor forma de utilização dos produtos, a partir desta semana, apresentaremos dicas com as principais definições.



Acesse também: http://ecos-coned.bvs.br

Produção:
Secretaria Técnica do Conselho Editorial do Ministério da Saúde (Coned)

Colaboradores:
Equipe Técnica da Editora MS
Equipe de Comunicação da CGDI
Membros do Coned



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